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Comic Books and History: Drawing Tales from the Past.

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We have seen how comic books can be used to share the concepts of science. The story presented can be told in a factually accurate way. The topics can be presented in simple, yet interesting ways. What about History? Can comic books accurately portray events from the past in the same manner? Can comic books show these events as stories that are factual rather than fictitious? Of course they can!

In my opinion History is well suited to being presented in comic book form. Imagine a story set in Ancient Rome. A comic book can depict, on a single page, a setting that may have taken several pages to describe through text alone.  A single, well drawn panel can provide a pictorial backdrop against which the events of the story unfold. While other mediums, such as film, can portray the same story in more dynamic ways, they are also more costly.  To depict the same story convincingly in a film requires the successful blending of scenery, acting talent and the occasional special effect. In comic books these are only minor concerns.

A good example of the right mix between fun and fact is the work of Stan Sakai. Sakai bases his comic books in a medieval Japan. His most well known creation Usagi Yojimbo, which literally means “rabbit bodyguard”, is the hero of a comic book series set in Edo Period Japan. The main character (Usagi Miyamoto), is a master less rabbit samurai, loosely based on the famous Japanese swordsman Miyamoto Musashi. Usagi wonders the land occasionally selling his services as a bodyguard (Yojimbo). Throughout the stories there are many references to Japanese history and folklore. The depiction of the architecture, clothes, weapons, and other objects, is faithful to the style of the period. Many stories have share Japanese culture by illustrating various elements of Japanese arts and crafts, such as the fashioning of kites, swords, and pottery.

While a comic book can never be a textbook, Usagi Yojimbo is recommended supplementary reading material in many schools. As a result the series has been very well received and has won numerous awards including:

  • 1990 Parents’ Choice Award for its educational value
  • 1996 Eisner Award for “Best Letterer” (Groo and Usagi Yojimbo)
  • 1996 Eisner Award for “Talent Deserving of Wider Recognition” (Usagi Yojimbo)
  • 1999 Eisner Award for “Best Serialized Story” (Usagi Yojimbo “Grasscutter”)
  • 2012 Eisner Award for “Best Lettering” (Usagi Yojimbo)

Continuing in the same historical period, another work that deserves mention is Stan Sakai´s 47 Ronin. Here Sakai retells one of the most important national stories of Japan.47 Ronin is based upon the historically accurate account of warriors who lay in wait two years to avenge the tragic death of their master. After their revenge they take their own lives to be buried beside him. The story epitomizes what a samurai should be.

Ever heard of a comic book with a corresponding teachers guide? Bentley Boyd created Chester Comix to encourage boys to read and, to provide historically accurate stories. Mr. Boyd studied both History and Literature at Harvard University, and he uses both subjects to construct his comic book stories. Each book is historically accurate and expands children’s reading ability by placing new vocabulary into the story. The teacher’s guides then show how to introduce the stories from the comic book and, how to introduce the vocabulary. The teachers guide also offers suggestions: for word studies, writing prompts and other activities.

Which story from the past would you most like to see made into a comic book? Drop me a line and let me know!

Nota

Banda Desenhada e História: Desenhando os Contos do Passado.

Vimos como a Banda Desenhada pode ser usada para divulgar os conceitos de ciência. A história apresentada pode ser contada de uma forma exata e precisa. Os temas podem ser apresentados de forma simples, mas interessante. E no que diz respeito á História? Pode a Banda Desenhada retratar os eventos do passado da mesma maneira? Pode a Banda Desenhada mostrar estes eventos como histórias factuais e não apenas fictícias? É claro que pode!

Na minha opinião a História é um assunto bem adequado para ser apresentado em forma de Banda Desenhada. Imagine uma história que decorre na Roma Antiga. Uma Banda Desenhada pode retratar, numa única página, um local que necessitaria várias páginas de texto para sua descrição. Um único, bem desenhado, painel pode fornecer um cenário pictórico contra o qual os eventos da história irão desenrolar. Enquanto outras meios criativos, tais como o cinema, podem retratar a mesma história de formas mais dinâmicas, eles também são mais caros. Para descrever a mesma história de forma convincente num filme requer uma mistura bem-sucedida de cenário, talento dos atores e o ocasional efeito especial. Na Banda Desenhada essas preocupações são mínimas

Um bom exemplo da mistura certa entre diversão e facto veridico é o trabalho de Stan Sakai. Sakai baseia suas histórias de Banda Desenhada num Japão medieval. A sua criação mais conhecida, Usagi Yojimbo, que literalmente significa ” coelho guarda-costas “, é o herói de uma série de Banda Desenhada que se desenrola no Período Edo . O personagem principal (Usagi Miyamoto), é um coelho samurai sem mestre. É uma personagem vagamente baseada no famoso espadachim japonês Miyamoto Musashi. Usagi viaja pela terra, ocasionalmente vendendo seus serviços de guarda-costas (Yojimbo). Ao longo das histórias, há muitas referências ao folclore e à história japonesa. A representação da arquitetura, roupas, armas e outros objetos, é fiel ao estilo do período. Muitas histórias focam partes da cultura japonesa, ilustrando vários elementos de artes e ofícios japoneses, tais como a confeção de pagagaios, espadas e cerâmica.

Embora um livro de Banda Desenhada nunca pode ser um manual escolar, Usagi Yojimbo é recomendado como material suplementar de leitura em muitas escolas. Como resultado, a série foi muito bem recebida e ganhou inúmeros prêmios, incluindo:

  • 1990 Prêmio Parent´s Choice (Escolha dos Pais) pelo seu valor educacional
  • 1996 Eisner Award “Best Letterer” (Groo e Usagi Yojimbo)
  • 1996 Eisner Award “Talento Merecedor de Maior Reconhecimento” (Usagi Yojimbo)
  • 1999 Eisner Award “Melhor História serializada” (Usagi Yojimbo “Grasscutter”)
  • 2012 Eisner Award “Melhor Lettering” (Usagi Yojimbo)

Continuando no mesmo período histórico, outro trabalho de Stan Sakai que merece destaque é 47 Ronin. Aqui Sakai reconta uma das mais importantes histórias nacionais do Japão. 47 Ronin é baseado num conto historicamente exato de guerreiros que esperaram dois anos para vingar a morte trágica de seu mestre. Após esta vingança tomaram suas próprias vidas para serem enterrados ao lado dele. A história resume o ideal daquilo que um samurai deve ser.

Alguma vez ouviu falar de uma Banda Desenhada com um correspondente guia para professores? Bentley Boyd criou Chester Comix para incentivar o hábito de leitura em jovens rapazes. E também para contar histórias historicamente precisas. Boyd estudou História e Literatura na Universidade de Harvard, e ele usa ambas estas disciplinas na construção das suas histórias de Banda Desenhada. Cada livro é historicamente correto e amplia a capacidade das crianças de ler, colocando novo vocabulário dentro a história. Os guias do professor mostram então como introduzir as histórias de Banda Desenhada e, como introduzir o vocabulário associado. O guia também oferece sugestões aos professores: para estudos da palavra, instruções de escrita e outras atividades.

Que história do passado você mais gostaria de ver transformado numa história de Banda Desenhada? Deixe-me um comentário!

Nota

Sequential Art and Education: Using Comic Books to Educate and Entertain

Occasionally I hear phrases such as “comic books are a waste of time”, “children should be reading real books and not just looking at pretty pictures”. Such statements, even when well intentioned, are always made with the idea that comic books are “bad for the education of children”. I disagree. Like I said before people are “story telling animals”, comic books as an example of Sequential Art, can be used to both tell stories or to convey information. In my opinion the best Comic Books will attempt to do both. If a picture is worth 1000 words, how about a series of pictures, coupled with just the right words? The correct combination of pictures and words can allow children to be introduced to ideas from science, history and even contemporary issues, in a manner which is easy to relate to.

Consider the following: in 1964 the Danish scientist, Karl Kroeyer, raised a sunken freighter near the Kuwait harbor in the Persian Gulf, by pumping it full of expandable polystyrene foam bubbles. Where did he get his idea? From reading something similar in a comic book story as a young man! In Walt Disney’s Comics and Stories #104, (May 1949), Donald Duck and his nephews raised a sunken ship from the bottom of the sea by filling the inside of the boat with Ping-Pong balls. The Ping- Pong balls fill the hold, displacing the water in the ship and giving it enough buoyancy to float to the surface.

Kroeyer´s solution worked in essentially the same way as the Ping-Pong balls, with both methods relying on buoyancy as the key mechanism. Later, when Kroeyer tried to patent his process, his request was denied because the method had been published in the comic book fifteen years earlier!

The Ping – Pong ball story is not the only example of Donald Duck using science to solve a problem. Fighting forest fires, explaining ghostly ships and, exploring underwater are all given the same treatment.

Another example of Sequential Art that manages to strike the right balance between Story and Science, and which both educates and entertains, is the French educational animation franchise “Il Était Une Fois…”, “Once Upon a Time…”. This franchise, by Procidis, discusses various topics such as the overall history of mankind; the workings of the human body; the history of the American continent; the various thinkers and inventors throughout history; the various explorers and; the preservation of the natural environment.

As a specific example, we can mention “Once Upon a Time… Life”. This series depicted the workings of the human body through metaphor. Throughout the 26 episode series, the Human Body is portrayed as a complex society. In each episode of the series a different organ or system within the human body (like the brain, the heart, the circulatory system, etc.), is featured. Good characters represented the cells that make up the body’s systems and defense mechanisms, such as red blood cells, white blood cells and platelets, while bad characters represented the viruses and bacteria that threaten to attack the human body.

Children from countries as diverse as Belgium, Canada, Czechoslovakia, Finland, France, Gabon, Germany, Greece, Hungary, Iceland, Ireland, Israel, Italy, Japan, the Netherlands, Norway, Poland, Portugal, South Africa, Spain, Sweden, Switzerland, Turkey, the United Kingdom, and Croatia, got a look at the inner workings of the body in a way that was factual, fun and understandable. Many children, me included liked, and looked forward to watching the next episode.

Comic books and science can indeed mesh, but they do not always mesh well. Many Comic Books do not get the necessary balance between Fun and Fact “quite right”. When this happens the science is often sacrificed to the story and becomes gimmicky or implausible.

Carl BarksContrast this approach to that taken by Carl Barks, who wrote and drew nearly all of the Donald Duck comic book adventures published in Disney comics from 1942 to 1966. Barks valued the intelligence of his audience. In an interview published in 1985, Barks stated, “I didn’t go along with the editors’ idea that children who bought . . . comics were ignorant, blubbering infants. I assumed that my average reader was around twelve years old, semi-worldly, and already quite knowledgeable about mechanics, history, science, nature, travel, and so on.” Barks also believed that, “readers of any age would be more pleasantly entertained by stories that were plausibly written and believably drawn.”

Rather than discarding those comic books that misrepresent science altogether, a more useful approach is to use them as examples. Consider the following comic book Super-heroes: Superman, Hulk, Spiderman, and the Batman. Each of these can be used to discuss how the story “gets the science right or wrong“.

Can a being like Superman, who gets a plethora of “superpowers” from being exposed to “sunlight of a different colour”, exist? Could Bruce Banner survive a Gamma Ray explosion? Would this explosion give him the ability to increase his physical size and strength as a result of anger? How about the Batman, a Superhero with no Superpowers? Do the crime fighting items he carries around in the Batbelt exist? Do the powers which Peter Parker develops have any resemblance to those of a real spider? Interested in exploring these questions further? Get yourself a copy of “The Science of Super-Heroes”, by Lois Gresh and Robert Weinberg.

Join me in the “next installment” for a brief discussion of Will Eisner widely considered to be the father of the graphic novel, as well as the relationship of Sequential Art to Journalism, History and, Contemporary Issues.

In the mean time, grab a Comic and just have fun reading! See you soon! In the mean time take a look at the following online comic books, which attempt to educate and entertain:

Nota

Arte Sequencial e Educação: Usando Banda Desenhada para Educar e Entreter.

Às vezes eu ouço afirmações do género “ler banda desenhada é um desperdício de tempo”, “as crianças devem estar a ler livros de verdade e não apenas vendo para desenhos bonitos”. Tais afirmações, mesmo quando bem-intencionadas, são feitos sempre com a ideia de que a banda desenhada é “nocivo para a educação das crianças”. Eu discordo. Como eu disse anteriormente, as pessoas são “animais que contam histórias “, um exemplo de Arte Sequencial, a Banda Desenhada, pode ser usada tanto para contar histórias ou para transmitir informação. Na minha opinião as melhores bandas desenhadas tentam fazer ambas essas coisas. Se uma imagem vale mais que mil palavras, quanto vale uma série de imagens, juntamente com as palavras certas? A correta combinação de imagens e palavras podem permitir que as crianças sejam apresentadas às ideias da ciência, da história e até mesmo as questões contemporâneas, de uma forma adequada as suas capacidades.

Considere o seguinte: em 1964, o cientista dinamarquês, Karl Kroeyer, levantou um cargueiro afundado perto do porto de Kuwait, no Golfo Pérsico, por enchendo este com bolhas de espuma de poliestireno expansível. Como desenvolveu essa ideia? Através da leitura de algo semelhante numa história de banda desenhada quando era jovem! Em Walt Disney’s Comics and Stories #104, (Maio 1949), o Pato Donald e seus sobrinhos levantaram um navio afundado no fundo do mar, enchendo o interior do barco com bolas de pingue-pongue. As bolas de pingue-pongue encheram o porão, deslocando a água do navio e dando-lhe flutuabilidade suficiente para flutuar até à superfície.

A solução que Kroeyer desenvolveu foi essencialmente a mesma do que a das bolas de pingue-pongue, com ambos os métodos baseando-se na flutuabilidade como mecanismo – chave. Mais tarde, quando Kroeyer tentou patentear o seu processo, o seu pedido foi negado porque o método havia sido publicado numa banda desenhada 15 anos antes!

Esta história com as bolas de pingue-pongue não é o único exemplo do Pato Donald a utilizar a ciência para resolver um problema. O combate aos incêndios florestais, explicando navios fantasmas e, a exploração subaquática recebem o mesmo tratamento científico.

Outro exemplo de Arte Sequencial que consegue encontrar o equilíbrio certo entre a Conto e Ciência, e que educa e diverte, são as series de animação educacional francesas “Il Était Une Fois…”, “Era Uma Vez …”. Estas series, da Procidis, abordam vários temas, tais como a história da humanidade em geral, o funcionamento do corpo humano, a história do continente americano, os vários pensadores e inventores ao longo da história, os diversos exploradores, e a preservação do ambiente natural.

Como um exemplo específico podemos referir, “Era Uma Vez … a Vida”. Esta retrata o funcionamento do corpo humano através de uma metáfora. Ao longo da série com 26 episódios, o corpo humano é retratado como uma sociedade complexa. Em cada episódio da série, um órgão ou sistema interior do corpo humano (como o cérebro, o coração, o sistema circulatório, etc), é caracterizado. Personagens boas representam as células que formam os sistemas do corpo e os mecanismos de defesa, tais como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, enquanto as personagens más representam os vírus e as bactérias que ameaçam e atacam o corpo humano.

Crianças de países tao diversos como a Bélgica, Canadá, Checoslováquia, Finlândia, França, Gabão, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, o Reino Unido, e Croácia, tiveram a oportunidade de ver o funcionamento interno do corpo, de uma maneira que era factual, divertido e compreensível. Muitas crianças, inclusive eu, gostávamos e antecipavam, o próximo episódio.

Histórias de Banda Desenhada e Ciência pode realmente interligar, mas nem sempre combinam bem. Muitas Banda Desenhadas não conseguem o necessário equilíbrio entre a diversão e a educação. Quando isso acontece, a ciência é muitas vezes sacrificada para a história possa progredir. Assim a ciência torna-se enigmática ou implausível.

Contraste esta abordagem com a abordagem seguida por Carl Barks, que escreveu e desenhou quase todas as aventuras do Pato Donald publicados pela Disney Comics entre 1942 e 1966. Barks valorizava a inteligência de seu público. Numa entrevista publicada em 1985, Barks declarou: “Eu não concordo com ideia dos editores de que as crianças que compravam. . . bandas desenhadas eram bebês choramingões ignorantes. Eu assumia que o meu leitor típico era de cerca de 12 anos de idade, semi – experiente, e já bem informado sobre mecânica, história, ciência, natureza, viagens, e assim por diante. “Barks também acreditava que,” leitores de qualquer idade seriam entretidos, de forma mais agradável, por histórias que fossem escritas plausivelmente desenhadas de forma acreditável. ”

Em vez de descartar as bandas desenhadas que deturpam a ciência completamente, uma abordagem mais útil é usá-los como exemplos. Considere varias bandas desenhadas com os seguintes Super-heróis: Super-homem, Hulk, Homem-Aranha e Batman. Cada um destes pode ser usado para ver como a história “apresenta a ciência de forma certa ou errada”.

Poderá um ser como o Super-homem, que recebeu um grande número de “superpoderes” ao ser exposto a “luz solar de uma cor diferente”, existir? Poderá Bruce Banner ter sobrevivido a uma explosão de raios gama? Será que essa explosão poderia lhe ter dado a capacidade de aumentar seu tamanho e força física como resultado de raiva? Considere o Batman, um super-herói sem superpoderes. Será que os itens de combate ao crime, que ele carrega no seu cinto (Batbelt) existem? Será que os poderes que Peter Parker desenvolveu tem qualquer semelhança com as de uma aranha verdadeira? Interessado em explorar essas questões? Veja o livro “A Ciência dos Super-Heróis”, de Lois Gresh e Robert Weinberg .
Junte – se a mi no “próximo capítulo”, para uma breve discussão de Will Eisner, considerado como o pai do romance gráfico, bem como a relação de Arte Sequencial com a História, o Jornalismo e, questões contemporâneas.

Mas enquanto espera, pegue numa Banda Desenhada e tenha uma leitura divertida! Vejo vocês em breve! Poderá também espreitar as seguintes bandas Desenhadas disponíveis online, que tentam educar e entreter:

Nota

Reis and Nobre on Stage: “A Tale of Endless Love”

What is it like to be on stage? You feel butterflies in your stomach, your hands become clammy and your mouth dries. Performance anxiety hits as you wait for the curtain to rise. The lights dim, the audience goes quieter. The curtains begin to rise and suddenly it is time. The audience waits, you ease into the lines you have rehearsed over and over, you respond to, and anticipate your fellow actors, and you watch the reaction of audience through the corner of your eye. Scene follows scene and, all too quickly, it is time for curtain fall, you wait the applause of the audience hoping that it will be hearty, not merely courteous. And suddenly it is over.

While all the Arts and Humanities attempt to comment on various aspects of Human Existence, Theatre is of special interest to me because in it one of the aspects which defines us as a species, our tendency to be “story telling animals” is particularly salient. When Shakespeare wrote “All the world’s a stage, And all the men and women merely players”, he made a statement which seems quite simple but which can be interpreted on many different levels. I discovered some of these levels on my first voyage into the world of Theatre, as an Actor in the Play “História de Amor Sem Fim”, (“A Tale of Endless Love”), alongside the great Actor Fernando Nobre.

While I have acted before for television, my first Acting experience on stage was, as they say a “completely different animal”. In television a performance can be, schedule permitting, repeated. Details can be tweaked. The end product may be “polished” through various production techniques. None of these safeguards exist on stage. There is little room for mistakes, and any mistake made must be corrected, or compensated for, immediately. This is yet one more way in which Life can imitate Art. In both Art and Life you may never get a second chance to make a good first impression. You always have to think on your feet.

Another reason why I am quickly developing an appreciation for Theatre is because, contrary to much of what appears on Television, a good Play is never meant to be mere entertainment. There is always an attempt to explore philosophical ideas and to present these by telling a story. Drawing from texts by William Shakespeare and Fernando Pessoa, the Play “História de Amor Sem Fim” brought together Music, Dance and Fashion. Some scenes summoned tears, while others produced laughter. Throughout the whole Play however, there was an underlying theme: “Love each other”, always a good message to share.

Did you get a chance to see the Play when Fernando Nobre and I performed in Lobito? Drop us a line or leave a comment. Tell us what you thought about my first Play!

Nota

Reis e Nobre em Palco: “Uma História de Amor Sem Fim”

Qual é a sensação de estar em palco? Sentimos borboletas no estômago, as mãos tornam – se húmidas, a boca fica seca. A ansiedade do desempenho, de fazer um bom trabalho ataca enquanto esperamos o subir da cortina. As luzes diminuem, e o público fica mais silencioso. As cortinas começam a subir e, de repente, chegou a hora. O público espera, você interpreta o texto que veio a ensaiar e decorar. Respondemos e antecipamos os nossos colegas, olhamos a reação do público. Cena segue – se a cena, e subitamente, chegou a hora da cortina começar a descer. Esperamos o aplauso do público, na esperança que seja um aplauso saudável, e não apenas cortês. E de repente a peça acabou.

Enquanto todas as Artes e Humanidades tentam comentar sobre os vários aspetos da existência humana, o Teatro é de especial interesse para mim. No Teatro um dos aspetos que nos define como espécie, a nossa tendência de ser “um animal que conta histórias” é particularmente aparente. Quando Shakespeare escreveu que “Todo o mundo é um palco, e todos os homens e mulheres meros atores”, ele fez uma afirmação que parece bastante simples, mas que pode ser interpretado em muitos níveis diferentes. Descobri alguns destes níveis na minha primeira viagem ao mundo do Teatro, como Atriz na peça “História de Amor Sem Fim”, ao lado do grande ator Fernando Nobre.

Embora eu já tinha representado antes para a televisão, a minha primeira experiência representando ao vivo, no palco foi, como dizem “um animal completamente diferente”. Na televisão um desempenho pode ser, se a agenda o permitir, repetida. Os detalhes podem ser alterados. O produto final pode ser “polido” através de várias técnicas de produção. Nenhuma dessas garantias e salvaguardas existem no palco. Há pouco espaço para errar, e qualquer erro cometido deve ser corrigido, ou compensado, imediatamente. Isso é uma forma pela qual a vida pode imitar a arte. Em ambos Arte e Vida poderemos nunca chegar a ter uma segunda hipótese de fazer uma boa primeira impressão. Você estar sempre em alerta.

Outra razão pela qual estou rapidamente desenvolvendo uma forte apreciação pelo Teatro é porque, ao contrário de muito do que aparece na televisão, uma boa peça de Teatro nunca tem o intuito de ser apenas lúdica.

Há sempre uma tentativa de explorar ideias filosóficas e apresentar estas através do contar de uma história. Baseando – se em textos de William Shakespeare e Fernando Pessoa, a peça “História de Amor Sem Fim” reuniu música, dança e moda. Algumas das cenas convocam as suas lágrimas, enquanto outras produzem gargalhadas de riso. Ao longo de toda a peça no entanto, houve um tema subjacente: “Amar uns aos outros”, o que é sempre uma boa mensagem de compartilhar.

Você por acaso teve a hipótese de ver esta Peça quando Fernando Nobre e eu a representamos em Lobito? Deixe-nos uma mensagem ou um comentário acerca do que viu. Diga-nos o que você pensa sobre a minha primeira Peça de Teatro!